Governador Moisés confirma extinção da SOL

Por: Redação | Data: 03/12/2018 16:12:00

 

O governador eleito Carlos Moisés da Silva (PSL) apresentou à imprensa na tarde desta segunda-feira a nova estrutura que o governo do Estado terá depois da reforma administrativa, que será encaminhada à Assembleia Legislativa em 2019.

Depois de confirmar a extinção de todas as Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs), Moisés anunciou que o Estado terá 10 secretarias principais: Fazenda, Administração Prisional, Desenvolvimento Sustentável, Administração, Educação, Segurança Pública, Agricultura e Pesca, Saúde, Desenvolvimento Social e Infraestrutura e Mobilidade.

 
 

O governador eleito divulgou os primeiros quatro secretários definidos para a nova gestão. A grande novidade política é a parmanência de dois secretários: Paulo Eli na Fazenda e Leandro Lima na Administração Prisional, que terá as mesmas atribuições da pasta hoje denominada Justiça e Cidadania. As novidades são Jorge Eduardo Tasca na Administração e Helton de Souza Zeferino na Saúde. 

Carlos Moisés confirmou a extinção da Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes (SOL). O Turismo deixará de estar representado no primeiro escalão de governo, e será remanejado para o guarda-chuva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável. A Santa Catarina Turismo (Santur) também poderá ser extinta. Embora não seja uma novidade a idéia da extinção da SOL - o atual governador, Eduardo Moreira, chegou a manifestar o desejo - a decisão pegou o trade turístico catarinense de surpresa. Com a decisão pela manutenção do Ministério do Turismo pelo governo Bolsonaro, havia uma expectativa maior pela manutenção da Satur. Representantes do trade preferem aguardar os desdobramentos e conhecer mais de perto o organograma proposto pelo governador Moisés na tarde de hoje.

Quanto à Segurança Pública, Moisés informou que a secretária não deve ter um secretário único. A ideia é que os chefes das quatro subdivisões da segurança _ IGP, Polícia Civil, Polícia e Corpo de Bombeiros _ formem um Conselho Permanente da Segurança Pública e que cada um deles ocupe a presidência desse grupo por um ano ao longo do mandato, sendo o responsável por coordenar os trabalhos da pasta.

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